Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pussesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muito menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
(Charles Chaplin)
quarta-feira, 19 de maio de 2010
QUIDAM
Fiz monitoria para escolas no cirque du soleil e ganhei de presente (na verdade fui paga hehe) assistir ao Quidam, ta na verdade meio quidam. Fiquei com gostinho de quero mais. Em uma hora de espetáculo que assisti, me senti uma criança boba diante de tanta graça. Simplesmente entrei no mundo do circo. Não é só circo, é magia, encanto, fantasia, riso, alegria... Apresentado em dança, teatro, malabarismo; luzes, cores. Energia que vibra! Uma leveza mesmo quando para arremessar um ao outro. Aquela gente de toda parte do mundo, com muita disciplina, confiança. A parte que mais gostei foi das meninas chinesas (acho), com o carretel, nossa o que é aquilo?! Fiquei arrepiada. Eu sempre gostei de circo, mas este foi especial. Quem viu, diz que o Alegria é melhor, eu não assisti, mas sei que da próxima vez vou desembolsar alguns reais para ver porque vale a pena. Eu não sei mesmo, muitas vezes, onde vai parar meu dinheiro então... Muito bom resgatar esse lado criança e me sentir leve. Valeu Quidam!
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